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terça-feira, 8 de abril de 2014

De especial para especial!

Postado por Unknown às 11:24 0 comentários
Não é de hoje a minha total paixão e admiração pelos animais. Nunca neguei que os prefiro às pessoas sem sombra de dúvidas.
Essa postagem me emocionou e mostra mais uma vez a importância e a diferença que faz um animalzinho na vida de uma criança (e de qqr "cerumano" não importa a idade).
Ensine seus filhos a respeitar toda a forma de vida! É na família que aprendemos a ser pessoas de bem!



Com 7 anos de idade, Owen Howkins é um dos raríssimos casos de vítimas da síndrome de Schwartz-Jamel, doença que afeta os músculos e os torna tão tensos que impedem os ossos de crescer e o doente de se movimentar. A condição do pequeno Owen influencia também a sua aparência, o que o transformou numa criança tímida e insegura.

É aqui que entra Haatchi, um pastor-da-anatólia com a própria história de superação: encontrado junto a uma linha férrea, abandonado e gravemente ferido, o cão foi adotado pela família Howkins e, com eles, foi se adaptando a viver apenas com três patas. Haatchi, apesar de toda a empatia que criou com o menino, não sabia o quanto a sua adaptação a uma vida diferente da dos outros cachorros estava mudando a percepção de Owen da sua própria diferença.

“A transformação do Owen foi imediata”, garante o pai, Will. Poucos dias depois, um menino que não queria sair à rua e tinha dificuldades em interagir, “estava anunciando, na frente da escola inteira, que queria começar a andar por conta própria, sem cadeiras de rodas, nem andarilhos”. “Ele reconstruiu toda a confiança que tinha perdido”, conclui Will.
As fotos e os vídeos de Owen e Haatchi têm corrido o Reino Unido (a família vive em Basingstoke, Inglaterra) e provado, mais uma vez, o poder da relação entre crianças e animais (o que nos lembra de uma pauta que fizemos por aqui, sobre um hospital com crianças em terapia com animais na década de 50 – relembre aqui).

“A melhor parte de ter o Haatchi por perto é, todos os dias, chegar a casa, da escola, e dar-lhe um abraço”, diz Owen.

Abaixo a história contada em fotos e em parte de um documentário feito por alunos da University of Hertfordshire, A Boy and His Dog (“Um Garoto e o seu Cão”).













Para continuar acompanhando a história desta dupla, siga a página de Facebook criada em homenagem ao cachorro, aqui.



Projeto 1:4 Retratos da Violência Obstétrica

Postado por Unknown às 10:42 0 comentários
Essa postagem original pode ser lida aqui. Resolvi compartilhar no blog pois me emocionei muito ao ler e ver estas imagens.
“Uma em cada quatro mulheres brasileiras que deram a luz em hospitais públicos ou privados relatam algum tipo de agressão durante o parto”
É o que aponta a pesquisa de Mulheres Brasileiras nos Espaços Público e Privado, feita pela Fundação Perseu Abramo em parceria com o SESC, em 2011.
É triste saber que casos de violência obstétrica ainda ocorrem nos dias atuais. A violência obstétrica não é só a questão física, mas também a violência verbal que vai além de atos desrespeitosos contra a mulher, desde piadinhas e comentários maldosos e intervenções médicas feitas contra vontade da mãe durante o parto.

O meu parto foi como sonhei, recebi um tratamento digno, desde o meu cadastro no hospital, o profissionalismo de toda equipe médica, o carinho das enfermeiras, até a despedida da maternidade. No entanto não é assim com todo mundo, e essa  história de violência no parto não é recente. Minha mãe teve dois partos normais e passou os dois sofrendo calada por medo de sofrer represálias das enfermeiras. Ele ouvia historias de mulheres que ao gritarem de dor eram ignoradas pelas enfermeiras e mal tratadas.

Casos assim como o da minha mãe ainda se repete, um caso recente foi de uma colega que conheci em um passeio de final de semana que me contou como foi traumático o parto de sua segunda filha. Fiquei chocada com todas as humilhações que essa colega passou, nunca pensei que isso ainda podia existir. Infelizmente, ainda acontece.

E para contar as histórias dessas mulheres a fotógrafa Carla Raiter que teve um parto respeitoso junto com a produtora cultural Caroline Ferreira, criaram o Projeto 1:4 Retratos da Violência Obstétrica. Ambas acreditam que lutar contra a violência obstétrica é o primeiro passo para uma mudança de cultura em direção à humanização do parto e para que todas as mulheres, de todas as classes, tenham o direito de serem respeitadas durante o nascimento de seus filhos.

O intuito não é discutir sobre é o tipo do nascimento normal ou não, o que esta em pauta é a forma que é conduzido o parto, o desrespeito físico e verbal contra a mulher e o bebê.

São atos de violência obstétrica:

- Impedir que a mulher seja acompanhada por alguém de sua preferência, familiar ou de seu círculo social.

- Tratar uma mulher em trabalho de parto de forma agressiva, não empática, grosseira, zombeteira ou de qualquer forma que a faça se sentir mal pelo tratamento recebido.

- Tratar a mulher de forma inferior, dando-lhe comandos e nomes infantilizados e diminutivos, tratando-a como incapaz.

- Submeter a mulher a procedimentos dolorosos desnecessários ou humilhantes, como lavagem intestinal, raspagem de pelos pubianos, posição ginecológica com portas abertas.

- Impedir a mulher de se comunicar com o “mundo exterior”, tirando-lhe a liberdade de telefonar, usar celular, caminhar até a sala de espera etc.

- Fazer graça ou recriminar por qualquer característica ou ato físico como, por exemplo, obesidade, pelos, estrias, evacuação etc.

- Fazer graça ou recriminar por qualquer comportamento como gritar, chorar, ter medo, vergonha etc.

- Dar bronca, ameaçar, chantagear ou cometer assédio moral com qualquer mulher/casal por qualquer decisão que ela possa ter tomado, quando essa decisão for contra as crenças, fé ou valores morais de qualquer pessoa da equipe, por exemplo: não ter feito ou ter feito inadequadamente o pré natal, ter muitos filhos, ser mãe jovem (ou o contrário), ter tido ou tentado um parto em casa, ter tido ou tentado um parto desassistido, ter tentado ou ter efetuado um aborto, ter atrasado a ida ao hospital, não ter informado qualquer dado, seja intencional, seja involuntariamente.

- Fazer qualquer procedimento sem explicar antes o que é, por que está sendo oferecido e, acima de tudo, SEM PEDIR PERMISSÃO.

- Submeter a mulher a mais de um exame de toque (ainda assim quando estritamente necessário), especialmente por mais de um profissional, e sem o consentimento, mesmo que para ensino e treinamento de alunos.

- Dar hormônios para tornar mais rápido e intenso um trabalho de parto que está evoluindo normalmente.

- Cortar a vagina (episiotomia) da mulher quando não há necessidade (discute-se a real necessidade em mais que 5 a 10% dos partos).

- Dar um ponto na sutura final da vagina de forma a deixá-la menor e mais apertada para aumentar o prazer do cônjuge (“ponto do marido”).

- Subir na barriga da mulher para expulsar o feto (manobra de Kristeler).

- Submeter a mulher e/ou o bebê a procedimentos feitos exclusivamente para treinar estudantes e residentes.

- Permitir a entrada de pessoas estranhas ao atendimento para “ver o parto”, quer sejam estudantes, residentes ou profissionais de saúde, principalmente sem o consentimento prévio da mulher e de seu acompanhante com a chance clara e justa de dizer não.

- Fazer uma mulher acreditar que precisa de uma cesariana quando ela não precisa, utilizando de riscos imaginários ou hipotéticos não comprovados (o bebê é grande, a bacia é pequena, o cordão está enrolado).

- Submeter uma mulher a uma cesariana desnecessária, sem a devida explicação dos riscos que ela e seu bebê estão correndo (complicações da cesárea, da gravidez subsequente, risco de prematuridade do bebê, complicações a médio e longo prazo para mãe e bebê).

- Submeter bebês saudáveis à aspiração de rotina, injeções e procedimentos na primeira hora de vida, antes que tenham sido colocados em contato pele a pele e de terem tido a chance de mamar.

- Separar bebês saudáveis de suas mães sem necessidade clínica.

Se você, mulher, foi submetida a qualquer um desses atos de violência, denuncie. Não permita que a violência se perpetue. Será necessário que milhares de mulheres se ergam e digam basta, até que as mulheres parem de sofrer. O parto é um momento de alegria, de prazer. A dor fisiológica é suportável. Mas a dor da violência, essa pode se tornar insuportável e deixar profundas marcas.
















quinta-feira, 13 de março de 2014

Fotos para fazer em casa.

Postado por Unknown às 15:33 0 comentários
Estas são algumas fotos que selecionei para tentarmos fazer em casa.
Já estamos quase entrando no 8° mês e as últimas fotos que tiramos foram com 4 meses.

Achei linda esta foto! As mãos do pai enormes na barrigona, quero fazer uma foto assim, mas claro, de roupa rsrsrs

A ideia de escrever na barriga me parece fácil e bonita.
Novamente, colocar olhinhos, sendo desenhado a mão ou não.
Uma foto musical, neste caso podemos substituir pelo violão da mamis e alguns itens da bateria do papai.
Foto bem simples mas bem bonita.

Podemos tentar uma sombra, mesmo que seja necessário o uso do PS.
Cabelão, isso eu tenho rsrsrsrs
Foto com camisa xadrez, acho lindo!!!
Uma foto do colarzinho de menino!
Mais uma foto simples mas que funciona.
Ah ele tá cheio de carrinhos, ursos e bonecos, essa vai ser fácil rsrs
O detalhe do lenço verde, lembrei que tenho milhões de lenços lindos e coloridos!
Uma fita, meu presentinho!
Foto na moto, já que agora ele tem uma camiseta da Harley!

É claro que nós gostaríamos de fazer fotos profissionais mês a mês, mas como não é possível fazer tudo, por uma questão financeira, optamos então por filmar o parto. Vamos tentar fazer algumas fotos em casa para guardar de lembrança da barrigona.
Volto para mostrar como ficaram nossas fotos.
Bjs, mami!

quarta-feira, 5 de março de 2014

Amizade Verdadeira!

Postado por Unknown às 16:33 0 comentários
Que coisa linda este ensaio! Inseparáveis amiguinhos!
Link Original: http://www.mommasgonecity.com/